decolar, não significa somente tirar os pés do chão, mas sim entrar em um outro mundo, um mundo de tres dimensoes do qual somos totalmene dependentes de nossas proteses de asas, e que nem sempre podemos sair quando queremos ou quando percebemos que, não deveriamos ter decolado.
Estudamos muito ;Tecnicas de pilotagem, meteorologia, geradores, disparadores etc... mas todo nosso conhecimento e experiencia deveria ser utilizado especialmente no momento da decolagem.
Neste final de semana cometi um erro que graças a Deus não teve maiores consequencias para mim ou outros voadores que tomaram a mesma decisão, decolar. Para alguns voadores com pouca experiencia ou com bastante experiencia pratica mas pouco conhecimento teórico ,decolar é um misto de 50% conhecimento e 50% de coragem o que significa que pode haver 50% de erro na avaliação das condiçoes e isso é inconcebivel do ponto de vista da segurança em voo , mas eu estou a 16 anos no esporte e sou instrutor, e para me tornar instrutor me aprofundei muito nos estudos teóricos que compoe a arte de voar sem motor com uma aéronave bastante fragil, pois bem nete domingo quando chegamos na rampa fui o primeiro a comentar ¨pessoal a frente fria esta a mais ou menos 40 Km da gente,e é impossivel calcular o seu efeito ou o tempo que vai levar para ela chegar aqui, no momento o vento éra Norte de 20 a 25 Km/H haviam 2 parapentes em voo, urubus subindo e cumulus com crescimento vertical acentuado a uns 3 Km da rampa, a toyota desceu e ficamos sem resgate na rampa, comentei: ¨vamos decolar e ir direto para o pouso¨ pois bem decolei e em frente a rampa achei uma térmica de 3,5 m/s redondinha, resolvi subir um pouco , achei que a esmola éra demais e resolvi sair da térmica, neste momento percebi turbulencia de rotor, olhei para a biruta da Rampa e o vento estava virando para sul, começou a subir pra todo lado e formar cumulus em cima de onde estavamos, iniciei uma serie de espirais tentando ficar baixo e me dirigir para o pouso, quando parava a espiral subia de novo, comecei a buscar uma descendente e achei uma de quase 5m/s que me fez parachutar em cima de umas arvores ainda longe do pouso, levantei a mão e mandei meio acelerador em meio a muita tirbulencia, consegui sair das arvores e por sorte pousei no oficial, vendo o hugo e o curruira pousar um um banhado e em um arado e graças a Deus pousaram bem, alguns pilotos vieram me dar parabens pela habilidade de ter conduzido o parapente em segurança até o pouso, mas sera que mereço parabens.
Sempre friso a meus alunos que devem reconhecer suas habilidades, e nunca se deixar influenciar pelo grupo, ou decidir com base em outros pilotos voando, devem usar o seu conhecimento técnico e pratico e avaliar os limites operacionacionais do parapente,sei que minhas atitudes servem de exemplo para muitos, mas desta vez fui o exemplo de mal exemplo, coragem mesmo é necesario para decidir não decolar quando outros pilotos estão voando, o melhor voo é o de amanhã.
Estudamos muito ;Tecnicas de pilotagem, meteorologia, geradores, disparadores etc... mas todo nosso conhecimento e experiencia deveria ser utilizado especialmente no momento da decolagem.
Neste final de semana cometi um erro que graças a Deus não teve maiores consequencias para mim ou outros voadores que tomaram a mesma decisão, decolar. Para alguns voadores com pouca experiencia ou com bastante experiencia pratica mas pouco conhecimento teórico ,decolar é um misto de 50% conhecimento e 50% de coragem o que significa que pode haver 50% de erro na avaliação das condiçoes e isso é inconcebivel do ponto de vista da segurança em voo , mas eu estou a 16 anos no esporte e sou instrutor, e para me tornar instrutor me aprofundei muito nos estudos teóricos que compoe a arte de voar sem motor com uma aéronave bastante fragil, pois bem nete domingo quando chegamos na rampa fui o primeiro a comentar ¨pessoal a frente fria esta a mais ou menos 40 Km da gente,e é impossivel calcular o seu efeito ou o tempo que vai levar para ela chegar aqui, no momento o vento éra Norte de 20 a 25 Km/H haviam 2 parapentes em voo, urubus subindo e cumulus com crescimento vertical acentuado a uns 3 Km da rampa, a toyota desceu e ficamos sem resgate na rampa, comentei: ¨vamos decolar e ir direto para o pouso¨ pois bem decolei e em frente a rampa achei uma térmica de 3,5 m/s redondinha, resolvi subir um pouco , achei que a esmola éra demais e resolvi sair da térmica, neste momento percebi turbulencia de rotor, olhei para a biruta da Rampa e o vento estava virando para sul, começou a subir pra todo lado e formar cumulus em cima de onde estavamos, iniciei uma serie de espirais tentando ficar baixo e me dirigir para o pouso, quando parava a espiral subia de novo, comecei a buscar uma descendente e achei uma de quase 5m/s que me fez parachutar em cima de umas arvores ainda longe do pouso, levantei a mão e mandei meio acelerador em meio a muita tirbulencia, consegui sair das arvores e por sorte pousei no oficial, vendo o hugo e o curruira pousar um um banhado e em um arado e graças a Deus pousaram bem, alguns pilotos vieram me dar parabens pela habilidade de ter conduzido o parapente em segurança até o pouso, mas sera que mereço parabens.
Sempre friso a meus alunos que devem reconhecer suas habilidades, e nunca se deixar influenciar pelo grupo, ou decidir com base em outros pilotos voando, devem usar o seu conhecimento técnico e pratico e avaliar os limites operacionacionais do parapente,sei que minhas atitudes servem de exemplo para muitos, mas desta vez fui o exemplo de mal exemplo, coragem mesmo é necesario para decidir não decolar quando outros pilotos estão voando, o melhor voo é o de amanhã.
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